Mudando o tÃtulo apenasvoltando a fotografar com a V1,sol poente,o "algo" da Urcae o Cristo em redentoruma frase:" " Hétero sentimento homogêneo em quase tudo. Quase no todo " "Rodrigo Amarante ainda moço ou.. já velho:"E se eu fosse o primeiro a voltar pra mudar o que eu fiz quem então agora eu seria? Não me importa. E o que eu não fui eu não vou ser. Da próxima vez não vou deixar a vida passar"**
A tragédia poética em ti recita algum traço que marcaste em minha própria criação poética. Traços marcantes de uma outrora amiúde em que o fado da retórica desse marco que em ti almejo marcar não convém agora regressar. Há talvez um comprometimento com a loucura de crer. Há sem dúvida uma obrigação em amar. Há ainda ou quase quem sabe quanto.. a solidão. O absurdo teatral da vida que se põe de sobreaviso aos fracassos do amor,como uma lagarta que não almeja sua metamorfose ao desvendar a dor,mas que consigo perde a apoteose o esplendor do vôo colorido que se antepõe ao gesto de amar,como aquele frio que do interior dos vossos corpos,nos grita em propósito sedutor,e nas pernas bambas criam um circo para o sorriso repicar,ah seja lá o que for... Farto caminho interior. Becos e ruelas. Escuras e singelas. Desconhecidas inclusive para elas. Labirinto temporal imaturo e filial das diversas ruÃnas que Deus criou. Hétero sentimento homogêneo em quase tudo. Quase no todo!Fonte da juventude esquecida quando procrastina-se à vida. Quando há a ausência da utopia fictÃcia que o sonho criou. Quero antecipar-me à vida!Não há desejo em esperar a sorte. Não há lucidez na espera pela morte!Tentar na própria tentativa o fracasso de fracassar quando não se repete a dose. Esperar-te-ei,crer-te-ei,reconhecer-te-eimas não amar-te-ei nessa tal vez quem sabe?Eis o você agora negaceado por palavras sem significar. Casto é o céu que o poeta criou. Nobre é o altruÃsmo do egoÃsmo desmedido. Vasto é o amor. Pecado é a dor. Quem me dera a mim por completo obteve sucesso. O insucesso foi eu quem criou,quando em mim estavam os olhos fechados para o espelho exterior que refletia um deserto interior uma gravidade reversa e grávida e grave!Estou em greve ou como se nunca inclinado ao inÃcio eu estivesse estado. Estou em Re-começo. Seja o que for que exista,que sinta que pense,que apenas compreenda o que há para recomeçar. Quero-te recitar. Mas em palavras inexistentes ao meu vocabulário. Quero-te declamar. Mas em significados ausentes quando de sua própria acepção. Quero-te,agora talvez,em boa hora embora,não quisesse talvez em má companhia,outrora em outra hora... Ainda que te cante ao cantar sobre rosas,quero uma poesia e um verso a me provocar nessa hora. Quero-te esfinge,rubra rosa morena pequena quero-te em algum olhar azul!Um arco-Ãris em cada cor que puder supor. Uma visão constelar em cada estrela que puder contar. Um momento no eterno que o tempo não pode parar. Quero a loucura e a lucidez de qualquer criança. Quero essa vontade mundana de viver à luz do dia e de dormir ao pé da noite. Quero apenas o que for pra mim. Quero! Quero! Quero!Mas quantos queros cabem aqui ?Todos os que couberem - na verdade que a retina que te percebes - puderes acolher!Quão perigoso mais - ser feliz ou amar - será?Não há nesse mundo,ainda que refute diariamente,verdade mais absoluta que o saber,ainda que eu só queira amarAinda que eu só possa amar... Tamanha é a insignificância desta ignorância que me envolve quando eu acredito no parcial entendimento. Acho-me mais perdido em meu desentendimento parcial do que se apenas não o tivesse entendido por completo. Até as dúvidas me explicam. O porque será da confusão ? Existirá o sim e o não ?por mim
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